Odi profanum vulgus et arceo
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18/01/07

Lá lá lá Bzzz Bzzz

«Um em cada oito homens estaria disposto a trocar a namorada por um iPod
Um em cada oito homens diz estar disposto a trocar a namorada por um dispositivo electrónico de um certo valor, como um iPod, revela uma pesquisa pouco usual da Gfk Nop(*), empresa de estudos de mercado. Mas não são apenas os homens que têm pouca estima pelas suas caras-metade. As mulheres também não estão convencidas do valor dos seus namorados, já que 6% das inquiridas trocavam o seu par por um equipamento de cinema em casa. Segundo o jornal El Mundo, esta conclusão não é de estranhar, já que o estudo afirma que o home cinema é útil, não incomoda, não deixa migalhas no sofá e funciona sempre que se pede carregando num botão, ao contrário de muitos homens.»
Diário de Notícias de hoje, suplemento de Economia, página 24
(*) No original, as letras estão trocadas

Caramba, quem me dera escrever assim, ter esta piada, este humor subtil. É de facto brilhante, convenhamos. E isto num muito sério e compenetrado suplemento de economia, note-se, com o acréscimo de credibilidade conferido pelo prestígio internacional da empresa de estudos de mercado Gfk Nop.

Os resultados não são nada surpreendentes, mas vê-los assim escarrapachados num jornal de grande circulação é que sim, e de que maneira. Com uma pequena objecção, no entanto: certamente não foram mostradas às inquiridas as mais recentes engenhocas na área dos Ipods; é que agora há uns, muito maneirinhos, ao que dizem as felizardas que já experimentaram, com formatos mais para o oblongo e que podem vibrar a velocidade regulável. Portanto, quando as respondentes responderam que trocariam o namorado (ou o marido, presume-se) por um home cinema, isso apenas se ficou a dever a uma certa dose de ignorância, visto os novos iPods com vibrador incorporado ainda não estarem suficientemente divulgados; certamente, houvesse já disso à venda em qualquer loja especializada, a percentagem daquelas que efectuariam a troca sem pestanejar subiria dos 6 para os 60%. Qual home cinema nem meio home cinema. Dêem-lhes um brinquedo desses, o verdadeiro quatro em um, telefone, música, e-mail e vibrador, a ver quantas não empontariam imediatamente o respectivo.

Aliás, este novo gadget reune as quatro vertentes principais da mulher que se quer moderna, ou seja, tagarelar, abanar o capacete, enviar mensagens e bater umas pívias. Como aquela merda traz jogos e mais uma data de extras, os mais caros até televisão têm, imagine-se o consolo absoluto, a paz de espírito e a alegria intrínseca, concentrados num único aparelhómetro, que seriam proporcionados ao carácter feminino de uma única assentada . Qual é a gaja que não prefere uma coisa daquelas a um banana qualquer? E quem diz um banana, diz dois ou três, claro. Para que precisam elas de um gajo, quando o aparelho faz o mesmo efeito, no essencial, ou ainda melhor, e ainda por cima não chateia nem um bocadinho? Aquilo é só mudar as pilhas ou pôr a bateria a carregar de vez em quando, e pronto, está feito: é só disfrute, não há cá arrufos, nem discussões, nem chatices de espécie alguma, e tudo a custos perfeitamente irrisórios.

E depois há as combinações possíveis, como por exemplo, isso para uma mulher deve ser o delírio total, conversar com um auricular (iPhone), enquanto ouve o Júlio Iglesias com outro (iPod) e, ao mesmo tempo, liga a vibração e introduz o aparelho ou faz com ele uma festinhas onde mais interessa (iPhode, modernamente iFod). Bolas, aquilo até dá para enviar mensagens em directo, sms genuinamente vaginais, correio electrónico directamente da parreca para a caixa de entrada do destinatário; não há qualquer risco, são à prova de fluidos e trazem vários "skins" (revestimentos) que se podem trocar, uns com piquinhos, outros com anéis, e às cores e assim.

O que é preciso é que a indústria e a tecnologia se aproximem cada vez mais daquilo que são as reais necessidades do mercado, e para isso há que atender primeiramente às urgências dos consumidores, neste caso consumidoras: o iPod com vibrador é uma primeira e muito eficaz resposta, àquelas e a estas, abrindo desde já caminho à mais antiga das aspirações femininas, isto é, a sua completa, total, absoluta emancipação.




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06/11/06

Momentos Marta Crawford


Mas não é preciso ser-se lésbica para amar perdidamente uma mulher… todas as mulheres são lésbicas em potência…

É só uma questão de ter vontade de dar um pontapé na porta do armário onde todas se enfiaram…

Sociedade Anónima


Lembras-te da nossa conversa, existe algo que por vezes nos faz perder rapidamente o t.... ou o que motivou o nosso envolvimento com o gajo casado, pois sem te aperceberes, chegou talvez o momento em que tu perdes o interesse e pensas, f..... eu mereço e melhor e descartas a situação, o que os deixa furiosos, pois nunca estão há espera que seja tão rápido o desinteresse e ainda ser a mulher a fazê-lo, mas mudan-se os tempos mudam-se as vontades e estás na etapa da tua vida em que só deves fazer o que queres, o que te apetece o que tens vontade e nunca o que fica bem ou o que dá jeito.
Bem vinda ao clube das novas sensações...
Se eu soubesse...


Ás vezes
há que tratar mal um gajo para depois ele vir a rastejar.

E não sei se gosto do raio da lógica.
Batons, tampões e saltos altos


Apetites
Há coisas que não mudam. Por muitos anos que passem. Por muito que aprenda. É assim com as minhas repentinas mudanças de humor. Um milissegundo entre a gargalhada e a lágrima. Do choro à euforia. Sempre sem explicação [aparente]. Mudo de ideias. De amores. De vontades. Simplesmente mudo. Há quem lhe chame indecisão. Eu chamo-lhe dinâmica. Em coisas tão elementares como os planos para uma sexta à noite. As combinações de fim-de-semana. A roupa que escolho de manhã. O livro da mesinha de cabeceira. As prioridades, e a sua ordem na minha vida, mudam em proporção directa da falta de tempo. Por estes dias recuso-me, ainda mais do que o costume, a fazer fretes. A estar disponível para quem não tenho paciência. Faço o que me apetece quando me apetece.
Mais cidade que sexo


os meus vizinhos de baixo

- quero jantar, caralho!
- 'tá pronto, 'mor.

uma delícia.
Azeite&Azia



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Momento Padre Melícias: quod erat demonstrandum.

Momento Marcelo Rebelo de Sousa: ao blog Azeite&Azia, dou 20 valores.
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14/09/06

Free Pics&Movs Top 10

  1. DDs Heartbreakers

  2. Brdteengal

  3. ATK Galleria

  4. xpirin

  5. tiny Eve

  6. Milkman's BookThumb

  7. Bunny Teens

  8. Kukucu

  9. Elegant teens

  10. Daily Basis


Smokers allowed.

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02/09/06

Rendimento social de inserção (RSI) ou bater uma punheta (BUP)


" A senhora é boa como o milho eu gostava de saber se posso bater uma punheta enquanto a senhora fala ao telefone; não sei se era possível, a senhora falar ao telefone e eu bater uma punheta..."
Alfredo Barreiros, lojista

SIC Notícias


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25/07/06

E atão, gostastes?

----- Original Message -----
From: "Anonymous Sender" <anonymous@remailer.metacolo.com>
Sent: Tuesday, July 25, 2006 1:58 PM
Subject: comi-a

eu comi-a, em Braga...disse-me que eras meio panilas, pelo blog, deves ser...



Não sei se será só impressão minha, mas acho que conheço este "estilo" de reticências de qualquer lado... quer dizer... bem... panilas... vá lá ver... moi? Sério? Ela disse isso? Jura. Tch. Sabia eu lá bem! Obrigadinho pela informação, ó Anonymouse*!





* - rata anónima

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06/07/06

Os sete pecados mortais

Gula Avareza Ira Orgulho Inveja Preguiça Luxúria

Gula Luxúria
Os olhos brilhavam-lhe de excitação, as narinas dilatadas e frementes, a respiração ofegante. Segurou-o firmemente com a mão esquerda e com a outra fez deslizar o invólucro para baixo. Estendeu primeiro a língua, tocou-lhe com ela mesmo na ponta, e só depois o abocanhou por completo, semi-cerrando os olhos com extrema volúpia. Deixou escapar um murmúrio, quase um gemido, hummmm, enquanto chupava e mordiscava, fazendo-o rolar docemente dentro da sua boca. Então, por um momento, retirou-o de si, segurando-o com delicadeza, entreabriu os olhos e remirou-o, embevecida e gulosa. E de novo mergulhou nele, desta vez com uma espécie de raiva, ou desespero. Avançava, recuava, avançava, recuava, agora gemendo já sem pudor, cada vez mais depressa e mais arfante, por vezes mordendo e largando, por vezes apertando e mesmo trincando com alguma violência.

Quando acabou, por fim, largou o pau com um suspiro:

_ Ai. Não há nada como um belo de um magnum, Deus me perdoe.

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07/06/06

Fôdeu

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07/04/06

Como? Como? Perdão, perdão. Isto aqui é uma casa de respeito.


http://www.google.pt/search?hl=pt-PT&ie=ISO-8859-1&q=como%20escavacar%20uma%20gaja%20a%20porrada&meta=

"Como escavacar uma gaja à porrada?" Escavacar? Uma gaja? À porrada? Foda-se! Aqui não há disso. Era o que faltava! Juízo, ora, ora.

(Chefinho, e não diga que vai daqui: primeiro espete-lhe uma cabeçada em cheio nas ventas; depois, é a gosto. Desem-merde-se. Uns pontapés a esmo, onde calhar, por exemplo. Não me diga que não sabia. Ah, seu malandro. Onde já se viu, como dizem uiss nóssuz irrmãuns. Bata na mulher não, sô! Kié issô mêirrmãum! Gajas há muitas. Essa que se foda. Bocê num se desgrace, carago! A próxima, se também se armar em esperta, que se foda tamenhe. Que se fodam as mulheres todas. Bater-lhes é que não, amigo. Isso nunca. Só em legítima defesa, claro. Ou em se dando o caso de esta ou aquela gostar; em qualquer desses raríssimos casos, por mais que isso nos custe, a nós, pessoalmente, há que fazer peito, das tripas coração, e tunga, pimba, toma, toma, toma e embrulha. Um sítio onde nunca se deixa marcas e, por conseguinte, provas, é na zona do fígado; e isto vale "para ambos os sexos", como nos barbeiros à moda antiga, quando os paneleiros eram uma minoria irrisória. Mas enfim, ó amigo; veja lá isso. Não bata na chavala, caralho. Não faça semelhantisso. )


Ao cuidado da nossa estimada e inestimável ERC, aí vai, devida e ciberneticamente bufada, a identidade e demais dados do energúmeno, esse grandessíssimo cara de caralho que alarvemente pretende rebentar uma gaja:

Domain Name bluewin.ch ? (Switzerland)
IP Address 81.62.42.# (Bluewin)
ISP Swisscom Fixnet AG
Location Continent : Europe
Country : Switzerland (Facts)
State/Region : Zurich
City : Zrich
Lat/Long : 47.3667, 8.55 (Map)

Language French
fr
Operating System Macintosh MacPPC
Browser Internet Explorer 5.0
Mozilla/4.0 (compatible; MSIE 5.0b1; Mac_PowerPC)
Javascript version 1.3
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Um imigronte do cacete, vê-se logo. Ganda filho-da-puta. É apanhá-lo, a esse ganda cabrão, e fodê-lo logo ali, à vista. Uma cabeçada no meio da testa, fodeu, arrumou, uns pontapés discretos (na zona do fígado), uma ou duas patadazitas em cheio nas mãos, a partir-lhe os deditos todos e, para concluir em beleza, um pontapé de grande-penalidade em cheio na boca, a fazer-lhe voar uns quantos dentinhos. Toma, toma toma, sacana. Já estás aviado. Gostastes?

P.S. Ó amigo. É "à porrada", não "a porrada". Contracção de preposição e artigo, ok? Isto, ora vejamos, ele há que ser rigoroso nas coisas. Uma merda com acento, grave ou agudo, é diferente da mesma merda sem acento. Sejamos claros.

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26/02/06

A(bre)núncio

Senhora (masculina ou feminina)
Precisa-se
para cavalheiro (masculino) mais ou menos em bom estado de conservação.
Indicar motivo da resposta.

(anúncio publicado no DN de ontem, 25)

Obs.: por Despacho de um burocrata/democrata qualquer, algures no pós-PREC, todos os anúncios de oferta de emprego têm de "aceitar" ambos os sexos. Em nome da "igualdade" dos ditos e das respectivas "oportunidades" de emprego. Daí o esplêndido surgimento de novas profissões, cargos e modos de vida como ministra, juíza, secretário de direcção, cerzideiro, lavadeiro, homem-a-dias, porteira de discoteca, "presidenta", generala, marinheira, "feijona-verde", prostituto, chula, vendedeiro, engomador, governanto, sapateira, recepcionisto, "comanda" (Regimento de Comandos), canalizadora, estucadora, pedreira (de toscos e de limpos), sinaleira, telefonisto, desmanchadeiro, árbitra, capadora, forcada, verduga, carrasca, ditadora, manicuro, pedicuro, saltimbanca, trapezisto, palhaça, marçana, homem da fava-rica, etc., etc., etc.
Tudo M/F, como manda a Lei.

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26/01/06

ab...cesso

De vez em quando, espreito aquela coisa; é a minha faceta de "voyeur" a dar de si, solta-se o puto que há em mim, espreito por uns momentos como se o programa fosse um buraco de fechadura à moda antiga. Tem de ser mesmo de fugida, uma olhadela, uns segundos, e depois toca a fugir, zap, zap, zapping, a tomar ar longe, socorro, tirem-me daqui, ó coisinha nojenta, livra!

Existem programas de televisão absolutamente irrespiráveis, e este é um deles; conveniente, no entanto, para quem se interessa por zoologia, ou havendo curiosidade intelectual pelos comportamentos em grupo e pelas manadas em geral. De facto, do mesmo modo que se deve assistir estóica e regularmente a alguns segundos de "Os Malucos do Riso" ou de qualquer filme do Manuel de Oliveira, nenhuma pessoa que se pretenda minimamente informada dever-se-á furtar aos seus deveres sociais; destes, sem dúvida, aquele que merece o maior apreço, por parte da comunidade intelectual, é o do sacrifício da visualização de lixo mediático, vulgarmente e apropriadamente designado por telelixo. Assistir a alguns programas televisivos poderá constituir mesmo um acto de verdadeira e nunca reconhecida heroicidade, devido ao ambiente degradante em que se desenvolvem e também, ou principalmente, à extrema toxicidade mental a que se sujeita o intrépido telespectador quando neles, como soe dizer-se, penetra.

Assim a voo de pássaro, as imagens fugazes que me ocorrem (além da psicóloga de serviço, não muito má espingarda) remetem infalivelmente, todas, para aquilo que o sexo pode ter de mais terrível, falar dele, e de mais abjecto, falar dele interminavelmente. Aquela coisa tem assistência no local, umas quantas filas de elementos aleatoriamente seleccionados de entre as chamadas "massas", isto é, o poviléu mais retinto e caracteristicamente embrutecido que se possa imaginar; cabe a esta gente aplaudir a actuação dos artistas no redondel, onde pontifica a apresentadora, espécie de mestre-de-cerimónias da coisa púbica; Marta Crawford, de sua graça, dispensando a cartola branca e o pingalim, mas não as botas de montar e as calças de fole, tem por função esparramar por cima das cabeças circunstantes a sua imensa sabedoria sobre tudo e mais alguma coisa a respeito, utilizando para o efeito um verdadeiro arsenal de conhecimentos, isto e aquilo, e de artefactos, vibradores sortidos, preservativos coloridos, aparelhos com ambos os sexos embutidos, e de argumentos, sobre maridos traídos, amantes desajeitados ou mal paridos, homossexuais travestidos, casos de amores desfeitos ou corações partidos, e de técnicas para usar na cama, no tapete ou mesmo no guarda-vestidos, o que são e onde os sítios bem (ou mal) lambidos, o que é ter um apenas ou mais queridos; e diz que se deve destruir os preconceitos mais empedernidos, trazer à luz do dia os fantasmas mais escondidos, das mulheres o dever de conquistar os seus maridos, quantos e quais são os casos de amantes bem ou mal fodidos, onde pôr a mão exactamente, para escutar certos, requintados, deliciosos gemidos, os mistérios insondáveis que se escondem por debaixo da roupa de todos, mesmo dos mais vestidos, ou dos mais tarados, ou dos homens em geral, até dos mais mal servidos.

No fim de cada número, que também pode meter convidados, cada qual com seu naipe de habilidades, o povo em volta aplaude, grato e embevecido pelos conhecimentos que acaba de adquirir. De vez em quando, entremeando as prelecções, Marta esclarece dúvidas ao telefone, sem nunca pestanejar e raramente se rindo; desde o melhor lubrificante para que se possa ter relações anais "gratificantes" até à escolha das pilhas adequadas para determinado vibrador, nenhum ouvinte espectador continua a duvidar de coisa alguma, assim que a psicóloga despacha a chamada. Alternando com esta técnica de esclarecimento, por vezes algum felizardo ou felizarda da assistência pode também colocar a sua "dúvida" em directo, falando-lhe ali ao microfone: deve-se rapar os pelos do púbis ou isso faz mal à saúde? A masturbação deve ser feita sempre que se pode, ou apenas amiúde? E é sempre cada um por si, ou pode-se pedir a alguém que ajude? No sexo em geral, o que acha, deve-se ser meigo ou deve-se ser rude? Onde está escrito "ide e multiplicai-vos", é na Bíblia ou no Talmude? Ele é muito estranho, tem muito sono, não haverá nada que o ajude?

Marta a tudo responde, como se sabe, e sempre termina seja o que for dizendo que "é agradável", certa coisa, determinada posição, ou então que é mais ainda, que é "muito agradável", certa posição, determinada coisa. Varia, mas pouco. Sabe sempre, e ressalvando melhor opinião, qual a melhor resposta para qualquer questão; sabe sempre, de fonte segura, aquilo que dá e o que não dá tesão, onde se deve mexer, ou não, o que pode ser "mais agradável" feito à máquina ou feito à mão, quando usar desinfectante ou apenas sabão, e os casos em que se recomenda o "Dystron"; qual é ao certo a diferença entre um pénis normal e um outro ligeiramente anão, que pode ser para a mulher "agradável" o sexo "à cão" ou se será melhor não insistir nessa posição; sabe perfeitamente que incesto é, por exemplo, entre irmã e irmão, ou que, também por exemplo, quem muito se gaba é geralmente um parvalhão; e há o beijo que se rouba, o sexo ladrão, e a mulher insaciável, sexo lambão, e o sexo escondido, o da traição, e o homem atraiçoado, o "chamado" cabrão.

Um espectáculo, o da Marta, com outro espectáculo dentro, a própria Marta. Faça-se-lhe a justiça de reconhecer que o programa evita fanaticamente a grosseria, para a qual, de resto, muito esporadicamente resvala; poder-se-á talvez presumir que nunca por nunca ali se ouviram termos como caralho, cona, tesão, broche, paneleiro, sessenta e nove, enrabanço, punheta, minete, bacanal, etc.; nada disso, ele é tudo termos técnicos, respectivamente, pénis, vagina, excitação sexual, fellatio, homossexual, 69, relações anais, masturbação, cunnilingus, sexo em grupo, etc. É muito engraçado, para além de instrutivo. Ao povo não faz mal nenhum, se bem que também não adiante nem atrase, tomar conhecimento das designações técnicas de tudo aquilo que sempre fizeram sem nunca lhes ter ocorrido que tais coisas poderiam ter nomes tão complicados; ou para que servem, se os outros nomes fazem o mesmo efeito; ou se a apresentadora conhecerá tudo aquilo por experiência própria ou apenas de ouvir falar; ou para que raio, em resumo, servem tão detalhados ensinamentos sobre algo que existe desde o início dos tempos. Mas isto é o povo a pensar, em seus eventuais e imperscrutáveis raciocínios. No fundo, aquilo que lhes interessa é receber o devido pagamento pela função de espectadores a fingir. Quanto mais fingirem, mais recebem, tanto dá naquele programa como no "Preço Certo Em Euros" ou no "Prós e Contras", salvas as devidas distâncias.

E sabem, principalmente, no fundo, no fundo, que não são apenas eles quem está ali a fingir. Que não é somente o cenário que é falso, como de resto todos os cenários que se montam e desmontam. Que não são os únicos ali que aplaudem somente quando um cartaz diz "aplausos", ou riem quando outro cartaz diz "risos". Que, por fim, o sexo não é algo que se possa espremer, drenar, lancetar; não é um abcesso que se trate à força de mezinhas, receitas caseiras e engenhocas suspeitas. Em princípio, não larga pus e não fede.




(imagem de TVI online)

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30/12/05

Desejo para 2006 ainda mais profundo do que o anterior

Uma gaja podre de boa, com "joystick" de série e com pilhas alcalinas (incluídas).

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Desejo profundo para 2006

Uma gaja podre de boa, equipada com botão "switch-off" de série.

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09/10/05

A macaca nua (The Naked she-ape*)


A natureza eminente, patente e obviamente sexual da macaca é algo de sobejamente conhecido mas, paradoxalmente, é também um assunto muito pouco referido por pessoas de saber, quiçá devido ao carácter escorregadio e perigoso que a coisa encerra. Existe até uma adivinha popular, meio acriançada, como convém, que define perfeitamente o conceito: como se designa a porção de carne e osso que envolve a vagina? A resposta é: Mulher.

Por alguma razão as culturas de cariz islâmico optaram desde há milénios pela solução mais radical e fundamentalista: tapá-la toda com panos, a essa zona envolvente da vagina - e, por inerência, ocultar a mulher inteira, da cabeça aos pés, com roupagens largas que disfarçam todas as formas. Assim se procura, nessas espertíssimas religiões muçulmanas, liquidar à nascença qualquer veleidade imaginativa por parte dos restantes elementos sociais, ou seja, abolir pensamentos pecaminosos nas cabecinhas entesoadas dos machos de cobrição.

De igual modo, mas não de forma tão evidente, nas civilizações ocidentais, ditas "modernas", tenta-se hoje ainda preservar o papel da fêmea enquanto mera parideira e, quando muito, como objecto de satisfação sexual para o macho dominante. Assim, à fêmea da variante zoológica humana é tacitamente atribuído um papel social o mais reduzido e irrelevante possível; sistematicamente simulando aquiescência e cedência, são os machos dominantes que, em cada grupo social, definem as regras e os limites para a convivência entre os sexos; esporadicamente, estes mesmos líderes permitem que uma fêmea em particular assuma alguma importância... mas em condições muito restritas. Reveja-se os casos e as figuras de, por exemplo, Golda Meir, Margaret Thatcher, Indira Ghandi ou Madre Teresa de Calcutá; apenas por amostra, trata-se recorrentemente de casos perdidos, enquanto fêmeas, e de tristes figuras, enquanto representantes do sexo feminino. Para que uma mulher atinja alguma relevância social, é condição imprescindível que prescinda, ela mesma, da sua própria condição feminina; há-de ser por força tremendo coiro, feia, de preferência horripilante, sem qualquer espécie de atractivo, e só nesse pressuposto poderá aspirar a algo mais do que as suas tarefas normais e ancestrais, como arear as panelas, mudar fraldas e limpar o ranho a fedelhos.

Não se presuma, todavia, e ao contrário do que o mais leve assomo de inteligência faria supor, que o estatuto de menoridade social incomoda ou sequer perturba a fêmea humana; pelo contrário, é isso mesmo que a maioria pretende, e é apenas a isso que aspira; exceptuando talvez uma irrisória trupe folclórica de mulherio confundido (ou mal fodido), a fêmea humana apenas pretende constituir família ou, como se costuma dizer, "casar e ter filhos". Prudentemente, e de forma geneticamente programada, a mulher deixa para o sexo masculino todas as restantes maçadas que constituem a vida, ganhar dinheiro, fazer guerras, lidar com a porca da política, ir ao futebol e entrar em borracheiras de grupo, coisas assim.

A mulher pretende apenas um "maridinho", a sua "casinha" e os seus "filhinhos". E é esta, de facto, sempre foi, a ordem natural das coisas. Não consta que as putativas "liberdades" e "igualdades" concedidas ao sexo feminino tenham trazido consigo um módico de felicidade acrescida, para nenhum dos sexos: nem para as mulheres que, além de continuarem a tratar da casa e dos filhos, ainda são obrigadas a trabalhar fora de casa; e nem sequer para os homens que, em cima do que já trabalhavam antes, agora têm de "colaborar" ou de "ajudar" em casa. Tudo por via das tais "liberdades" e "igualdades", invenções recentes, transitórias e absolutamente contra-natura, paridas pelas torpes meninges da intelectualidade bem-pensante. À macaca humana apenas rala a subsistência, sua e da sua prole, de preferência abrilhantada com profícua e o mais possível arrebatada vidinha sexual, ou seja, em resumo, comida pronta e foda prestes. Eis a coisa. Pretender que a fêmea do macaco pense em mais alguma coisa do que em macacada é, além de contraproducente, perfeitamente imbecil. É essa a sua natureza e, como se sabe, esta é algo a que ninguém escapa, venha lá o mais pintado.

Ora, e aqui é que bate o ponto, as coisas nem sempre são assim tão simples, geralmente até são uma baralhada do caralho, donde ressalta a necessidade de colocar alguma ordem na bagunça hormonal. Aquilo que geralmente se designa por "moral e bons-costumes" surge, por conseguinte, como consequência directa da necessidade de preservação da espécie: se toda a gente andasse por aí a foder com toda a gente (como, de facto, anda), seria posta em risco a curialidade e a solidez da chamada "relação a dois" (heterossexual, bem entendido); simplificando e esclarecendo o paradigma, se fosse permitido à fêmea humana a expressão livre de todas as suas pulsões, se ela pudesse dar os pirafos que lhe desse na veneta, a instituição básica da sociedade diluir-se-ia inexoravelmente e, com ela, mais tarde ou mais cedo, a própria sociedade se extinguiria. Daí, portanto, a sustentação da necessidade de conservação da espécie anteriormente referida; digamos que, em termos mais pragmáticos, não seria muito agradável, para o gajo que paga as contas e que, por inerência, tem o direito académico de se considerar como o progenitor da putalhada que tem lá em casa, enfim, se ele soubesse que sua "esposa" andava a abrir as pernas à vizinhança toda... não iria certamente ficar lá muito contente.

Na realidade, é isso mesmo que se passa, na prática, mas a chave (e o verdadeiro fundamento) da moralidade nas relações humanas é que nada se saiba. É esse o segredo da instituição Família, a base social por excelência, a força aglutinadora, o favo primordial e estrutural dos grupos humanos. Quanto maior o grupo, maior a necessidade do estabelecimento de regras às quais todos os elementos deverão fingir que obedecem. Enquanto o gajo que paga as contas não souber que é corno, consequentemente, inerentemente e repetidamente, está tudo muito bem, tudo em ordem e sem novidade. O problema, como já aqui "expliquei" antes, é quando esse tal gajo desconfia de que algo se passa, quando se enfia por pensamentos próprios de quem duvida, "mas que merda vem a ser esta", "ai o caralho, que isto não me agrada nada, foda-se", etc.; por exemplo, quando um pai de família, respeitável e tudo, leva a esposa à maternidade e sai de lá com um catraio preto nos braços, sendo toda a gente na família de raça branca, enfim, digamos que é bem provável alguma espécie de desconfiança, por mais totó, mentecapto, imbecil ou mesmo socialista que esse senhor seja. Se bem que exista gente para tudo, há tipos que são uns mãos largas e só querem é que não os chateiem, mas, ainda assim, convenhamos que há situações maçadoras como tudo. É por não haver por aí assim tantos palermas como isso, é devido à escassez de cretinos e outros géneros de "bom-serás" que a moralidade se torna imprescindível.

Mas a natureza, a basezinha (como diria nosso Eça), o carácter sexual, erótico, extremamente entesoado e fodilhão, dos seres humanos em geral e das mulheres em particular, obriga a que se coloque alguma espécie de barreiras comportamentais. Quando não, repita-se e realce-se, andávamos todos a foder com todos (todas) (como andamos), e ninguém se ralava nada com isso. Ora, não pode ser. Esta merda, estou farto de o dizer, não é o da Joana. Note-se bem, foda-se, e de uma vez por todas. Ou há moral ou fodem todos. Há que impedir a macacada geral, porra. Isso é que era bom. Porrada nos cornos às vezes resulta. Não serve de nada, mas alivia consciências, diz-que lava mais branco, a honra e tal, e ele até há gajas que gostam de levar no focinho. Assim com'ássim, que se lixe. Tunga.




* - variação sobre o título original de Desmond Morris, The Naked Ape)

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07/03/05

to make a point

The Biology of Love
In this program, Desmond Morris analyzes the biological nature of love, with its attendant patterns of behaviour and signals of health and fertility that have evolved to ensure pair-bonding and genetic survival. The pre- and post-pubescent periods of sexual maturation, the stages of courtship, and the aesthetics of physical beauty are studied, along with the anatomical mechanics of sexual arousal and copulation. In addition, the stresses placed on couples by life in an urbanized, crowded world are explored.
http://www.bbcfactual.co.uk/human_animal.htm

A tese de Desmond Morris, neste particular, talvez se possa condensar numa única frase: o amor é um fenómeno biológico, implicando mecanismos mentais, que tem por objectivo assegurar o prolongamento da ligação futura entre macho e fêmea, por forma a que estes se ocupem ambos de assegurar a viabilidade da prole que irão gerar. Mais concreta e sinteticamente, o amor funciona como preventivo biológico do fenómeno de rejeição (física e mental) que inevitável, pressuposta e fatalmente ocorre numa "ligação" em que este não esteja presente, ou quando este tenha acabado por se diluir.

É, por conseguinte, um simples mecanismo de defesa e prolongamento da espécie; sem subtileza de género algum, na sua base, mas com uma imensa capa (ou camadas) de conceitos integralmente verbalizados e meramente simbólicos. Sendo que estes, integrando todo o acervo da "moral" vigente, são parte integrante do processo, e contribuem mesmo para o tornar mais subtil e, portanto, mais facilmente aceite, já que fornecem uma indispensável protecção mística ao mais básico e primitivo dos instintos, comum a qualquer outra espécie animal(*).

De facto, o fenómeno biológico "amor" funciona em três níveis, patamares ou degraus consecutivos, com outras tantas finalidades objectivas, decorrendo estas de uma só motivação (a preservação da espécie): numa primeira fase, o amor serve para aproximar o macho da fêmea e/ou vice-versa, com o objectivo imediato de propiciar a relação sexual e, consequentemente, a fecundação; na segunda fase, tão importante como a primeira, aquilo que aproximou as duas pessoas funcionará como uma espécie de cola, em sentido figurado mas também em sentido literal, por forma a que o par se não desfaça, e que sejam dois e não apenas um(a) a suportar a gravidez; a fêmea grávida necessita basicamente, hoje como sempre, na nossa como nas outras espécies(*), de auxílio (caça ou outro alimento ou dinheiro, vem a dar no mesmo) e de protecção enquanto dura a gestação; por fim, na terceira fase, aquela que se segue ao parto, é também o amor que possibilita a continuação da ligação entre os pais, não apenas com o objectivo de providenciar meios para que a criança vingue, como ainda, a posteriori, para que o par venha a gerar mais filhos.

Nesta lógica trifaseada, poder-se-ia presumir que o impulso de emparelhamento, a que geralmente se chama amor, deixaria de fazer qualquer sentido assim que a prole estivesse criada ou, em última análise, que fêmea ou macho perdessem as suas capacidades reprodutivas. Bom, realmente, salvo raríssimas e facilmente explicáveis excepções, é o que acontece por regra e por definição; uma grande parte das "separações", se não a grande maioria, ocorre "quando os filhos estão criados" ou, mais concretamente, quando a curva de fertilidade na mulher (e do homem, se bem que em perspectivas diferentes) entra em declínio. É entre os 35 e os 45 anos, nas sociedades modernas, que ocorre por regra a um ou a ambos os elementos do casal a necessidade absoluta da "separação"; de repente, o quarentão (homem ou mulher, ou ambos em sintonia) apercebe-se de que já não existe a tal "cola" no casamento e apanha em cheio com os efeitos perversos do amor, quando este se esvazia. Chamemos "desamor" a este episódio de falecimento da atracção, com tudo o que esta implicou. E, na mesma lógica verbalizante, utilizemos o verbo "desamar" para descrever o processo de destruição do amor.

Essa destruição poderá ocorrer de múltiplas formas, quase tantas como o número de seres-humanos envolvidos, mas os motivos serão sempre os mesmos. Se tomarmos como boa a teoria da mecânica do amor, quais as suas origens e quais as suas finalidades, e se, por fim, analisarmos o que acontece quando essa mecânica emperra (ou quando pára, de vez), verificaremos que existe uma relação diametral entre uma coisa e outra: por exemplo, que a violência do rompimento é directamente proporcional à intensidade que teve o encantamento; ou que a separação é tanto mais penosa quanto mais forte e (por consequência) prolongada tiver sido a ligação. Do que se poderá talvez concluir que existem, de facto, diversos graus de intensidade amorosa. Por definição, esta e aqueles variam na razão inversa das dificuldades postas ao seu desenvolvimento; ou seja, quanto mais, maiores e mais penosos os obstáculos à consumação da atracção, mais forte e duradoira ela será; e vice-versa, bem entendido.

Factores vários e premissas diversas, não tão aleatórios nem arbitrárias quanto isso, fazem variar sensivelmente esta quase equação algébrica; uns de ordem subjectiva, como o tipo de inserção social (níveis de vida, condições sócio-culturais); outros de carácter mais objectivo, ou intrínseco, sejam as determinantes físicas (saúde, idade) ou as ambientais (meio físico, recursos); outros ainda, por fim, dependentes dos dois primeiros, aos quais poderíamos chamar, por exemplo, "pessoais", e que constituem o conjunto de circunstâncias (únicas, do ponto de vista dos intervenientes) que enformam todo o processo para cada um dos elementos do par. É sobre estas últimas circunstâncias, e nunca ou muito raramente sobre as duas primeiras, que geralmente se fala quando se fala de amor.

Daí, porque "pegando" no assunto apenas por uma das pontas e não por todas elas, surge a confusão e a perplexidade: o que é o amor, afinal? Como se define? Porque amo eu aquela pessoa, que "não me convém nada" e detesto aquela outra, que "gosta tanto de mim"? "Mas o que é que tu viste nele" (ou nela)? E da confusão surgem as especulações: que deve ser "química", ou que é do cheiro, ou "dos olhos", coisas assim, terminando geralmente na muito satisfatória conclusão de que "o amor não se explica" ou em frases lapidares como "o amor é louco, não façam pouco". Na realidade, é mesmo louco, o amor, se considerarmos a loucura como a ausência ou incapacidade de pensamento coerente; não é sequer de pensamento que se trata, quando se trata de amor, e para este o pensamento é até aquilo que menos convém; por paradoxal que pareça, uma coisa exclui a outra(**).

E é também química, realmente, como tudo ou quase tudo é química; e em especial através do olfacto, sim. E tem a ver com "os olhos", pois claro (tem tudo a ver com os olhos, de resto, porque ver é a mais subjectiva e criativa das actividades humanas).

Depende da forma como interpretamos, em modulação e em frequência, a voz do outro. Coisas tão complexas como "o feitio" ou "os gostos" de cada um têm as suas formas e fórmulas de combinação. São estas formas e fórmulas de combinação, em números factoriais e em função de tempo e espaço, aquilo que, em conjunto, nos transforma em permanentes sujeito e objecto de amores e de desamores.

A própria repetição do fenómeno, a sua recorrência cíclica e o seu carácter aparentemente imprevisível mas absolutamente perene, indiciam e denunciam uma base fisiológica, sustentam uma explicação biológica e comprovam uma simples variação zoológica.


(*) - primatas e a maior parte dos mamíferos; evidentemente, não se fala aqui de peixes, répteis, etc.
(**) - diz o Povo, que raramente acerta: quem pensa, não casa; quem casa, não pensa

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17/09/04



Take the What
animal best portrays your sexual appetite??
Quiz


Olhe, desculpe, não têm testes para heterossexuais?


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12/02/04

Momento filosófico


¿Qué es una mujer?. El motor de una fregona.

¿ que hay detras de una mujer inteligente? UN HOMBRE SORPRENDIDO.

Si la Mujer es tan práctica, ¿Porqué Dios no se ha casado?

Dios le hizo pagar a la mujer su pecado con sangre... pero fue bondadoso y le permitió pagarlo en cómodas mensualidades.

Las mujeres serian los seres mas maravillosos de la creacion si no fuera porque para estar en sus brazos hay que caer antes en sus manos.

Lo mejor de los hombres es que son biodegradables.

Si trabajas demasiado, no tienes tiempo para ella; y si trabajas poco, eres un vago y un inútil.

Si le dices lo guapa que está, es acoso sexual; si no se lo dices, es la típica indeferencia machista.

Si a ella le duele la cabeza es porque está cansada, si te duele a tí es porque ya no la quieres.

Era una tía tan tonta, tan tonta, pero que tan tonta, que hasta las amigas se dieron cuenta.



http://www.lacosaweb.com/chistes/machista.htm

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22/06/03

Sent: Sunday, June 22, 2003 1:51 AM

Subject: melhore já seu desempenho sexual





Dasse!
Mas, "já"? E o desempenho e tudo? Ó fáxavor, e o que é o músculo pc? Hmmm? Meses de pesquisa? Bóóólas! Hmmm?
Etc.

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