Papamobile
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Cachucho social, marinado e sem espinhas. Notas e outras coisas gramaticalmente vis, vulgaridades e trivialidades sobre tudo e mais alguma coisa, etc.
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21:00:00
| You Are 60% Normal(Really Normal) |
![]() Otherwise known as the normal amount of normal You're like most people most of the time But you've got those quirks that make you endearing You're unique, yes... but not frighteningly so! |
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bálhamedeus
(imagem vislumbrada no blog "quero casar já"; quer casar, santinha? E já, assim de repente? Ora, ora, vá lá. Aguente-se um bocadinho. Vai ver que não demora nada.)
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DESENVOLVIMENTO-PORTUGAL
LISBOA, 21 Setembro (IPS)
Os indicadores económicos e sociais, periodicamente divulgados pela União Europeia (UE), colocam Portugal em níveis de pobreza e injustiça social inadmissíveis para um país que integra, desde 1986, o "clube dos ricos" do Velho Continente. Mas o golpe de misericórdia foi agora dado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económicos (OCDE): nos próximos anos, Portugal ir-se-á distanciar ainda mais dos países avançados. A produtividade mais baixa da UE, escassas inovação e vitalidade do sector empresarial, educação e formação profissional deficientes, má utilização de fundos públicos, com gastos excessivos e resultados magros, são dados realçados pelo relatório anual sobre Portugal da OCDE, que reúne 30 países industrializados.
Ao contrário de Espanha, Grécia e Irlanda (que fizeram também parte do "grupo dos pobres" da UE), Portugal não soube aproveitar para o seu desenvolvimento os avultados fundos comunitários que fluíram continuamente de Bruxelas, durante quase duas décadas; sobre isto coincidem as opiniões de analistas políticos e económicos. Em 1986, Madrid e Lisboa ingressaram na então Comunidade Económica Europeia com índices similares de desenvolvimento relativo e, há apenas uma década, Portugal ocupava um lugar superior à Grécia e à Irlanda no "ranking" da UE. Porém, em 2001, foi facilmente superado por esses dois países, enquanto a Espanha já se aproxima da média comunitária. "A convergência da economia portuguesa com as mais avançadas da OCE parece ter parado nos últimos anos, cavando uma brecha significativa nos rendimentos per capita", afirma a organização. No sector privado, "os bens de capital nem sempre são utilizados ou aplicados com eficácia, e as novas tecnologias não são adoptadas rapidamente", segundo a OCDE. "A força laboral portuguesa conta com menos educação formal que os trabalhadores de outros países da UE, inclusive os dos novos membros, da Europa central e oriental", refere o documento.
Todas as análises sobre as cifras investidas coincidem em que o problema central não está nos montantes, mas nos métodos utilizados para a sua distribuição. Portugal gasta mais do que a grande maioria dos países da UE na remuneração dos funcionários públicos, em função do produto interno bruto, mas não consegue melhorar significativamente a qualidade e a eficiência dos serviços.
Com mais professores por rácio de alunos do que a maior parte dos membros da OCDE, nem assim consegue uma educação e uma formação profissional competitivas face ao resto dos países industrializados. Nos últimos 18 anos, Portugal foi o país que mais benefícios recebeu, em sede de auxílio comunitário. No entanto, depois de nove anos a aproximar-se dos níveis da UE, começou em 1995 a regredir e as perspectivas actuais indicam ainda maior distância.
O que foi feito dos fundos comunitários? Esta é a pergunta mais repetida em debates televisivos e em artigos de opinião dos principais jornais do país. A resposta mais frequente é a de que o dinheiro serviu para engordar as contas de quem já tinha mais.
Os números indicam que Portugal é o país da UE com maior desigualdade social e com os salários mínimos e médios mais baixos da UE, pelo menos até ao dia 1 de Maio de 2004, quando se passou de 15 para 25 nações. Também é o país em que os administradores de empresas públicas têm os vencimentos mais altos. O argumento mais frequente dos executivos indica que "o mercado decide os salários". Consultado pelo IPS, o ex-ministro das Obras Públicas (1995-2002) e actual deputado socialista, João Cravinho, desmentiu esta teoria. "São os próprios administradores que fixam os seus salários, atirando as culpas para cima das leis do mercado", declarou. Nas empresas privadas com participação estatal, ou nas estatais com accionistas minoritários privados, "os executivos fixam os seus vencimentos astronómicos (alguns chegam a 90.000 dólares mensais, incluindo bónus e regalias), com a cumplicidade dos accionistas de referência", explicou Cravinho. Estes mesmos grandes accionistas "são, por sua vez, altos executivos, e todo este sistema, no fundo, funciona em prejuízo do pequeno accionista, que vê uma grossa talhada dos lucros ir parar às contas bancárias dos quadros superiores", lamentou o ex-ministro. A crise económica que estancou o crescimento português nos últimos dois anos "está a ser paga pelas classes menos favorecidas", disse.
Esta situação de desigualdade transparece a cada dia com os exemplos mais variados. O último é a crise do sector automóvel. Os revendedores queixam-se de uma queda de quase 20 por cento nas vendas de automóveis de baixa cilindrada, com preços entre os 15.000 e os 20.000 dólares. Mas os representantes de marcas de luxo, como a Ferrari, a Porsche, a Lamborghini, a Maserati e a Lotus (veículos que valem mais de 200.000 dólares), lamentam não dar vazão a todos os pedidos, perante um aumento de 36 por cento na procura.
Alguns estudos sobre a tradicional indústria têxtil lusa, que foi uma das mais modernas e de maior qualidade do mundo, demonstram que está paralisada, já que os respectivos empresários não efectuaram os ajustamentos necessários para actualizá-la. Porém, a zona Norte, onde se concentra o sector têxtil, tem mais automóveis Ferrari por quilómetro quadrado do que a Itália. Um executivo espanhol de informática, Javier Felipe, disse ao IPS que segundo a sua experiência com empresários portugueses, estes "estão mais interessados na imagem que projectam do que no resultado do seu trabalho". Para muitos, "é mais importante o automóvel que conduzem, o tipo de cartão de crédito que podem exibir ao pagar uma conta, ou o modelo do telemóvel que possuem, do que a eficiência da sua gestão", disse Felipe, esclarecendo que existem excepções. "Tudo isto vai modelando uma mentalidade que, no fim de contas, afecta o desenvolvimento de um país", acrescentou.
A evasão fiscal impune é outro aspecto que inviabilizou a optimização do sector público com efeitos positivos potenciais na superação da crise económica e do desemprego, que este ano chegou a 7,3 por cento da população economicamente activa. Os únicos contribuintes líquidos para os cofres do Estado são os trabalhadores contratados, que descontam com o seu vencimento. Nos dois últimos anos, o Governo decidiu aumentar a carga fiscal sobre esses mesmos, mantendo situações "obscenas" e "escandalosas", segundo o economista e comentarista de televisão António Perez Metello. "Em vez de anunciar progressos na recuperação dos impostos daqueles que continuam a rir-se na cara do fisco, o Governo (conservador) decide sacar uma fatia ainda maior daqueles que já pagam o que é devido, e deixa incólume a nebulosa dos que fogem ao fisco, sem coerência ideológica, sem visão de futuro", criticou Metello. A prova foi exposta numa coluna de opinião de José Vítor Malheiros, na passada terça-feira no jornal "Público", de Lisboa, que fustiga a falta de honestidade na declaração de impostos dos chamados profissionais liberais. Segundo esses documentos entregues ao fisco, médicos e dentistas declaram rendimentos anuais de, em média, 17.680 euros (21.750 dólares), os advogados de 10.864 (13.365 dólares), os arquitectos de 9.277 (11.410 dólares) e os engenheiros de 8.382 (10.310 dólares). Estes números indicam que por cada seis euros que pagam ao fisco, "roubam nove à comunidade", já que estes profissionais não dependentes deveriam contribuir com 15 por cento do total do imposto sobre os rendimentos do trabalho e apenas são tributados seis por cento, disse Malheiros. Com a devolução de impostos no encerramento do ano fiscal, estes "roubam mais do que pagam, como se um talhante nos vendesse 400 gramas de bife e nos obrigasse a pagar um quilo, e existem 180.000 destes profissionais liberais que, em média, nos roubam 600 gramas por quilo", comentou com sarcasmo. Se um país "permite que um profissional liberal com duas casas e dois automóveis de luxo declare rendimentos de 600 euros (738 dólares) por mês, ano após ano, sem ser minimamente questionado pelo fisco e, ainda por cima, recebe um subsídio do Estado para ajudar a pagar o colégio privado dos seus filhos, isto significa que o sistema não tem moralidade alguma", sentenciou.
(FIN/2004)
(tradução do original em Castelhano, publicado no blog "A Menina Dela")
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15:30:00
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15:04:00
Poema do alegre desespero
Compreende-se que lá para o ano três mil e tal
ninguém se lembre de certo Fernão barbudo
que plantava couves em Oliveira do Hospital,
ou da minha virtuosa tia-avó Maria das Dores
que tirou um retrato toda vestida de veludo
sentada num canapé junto de um vaso com flores.
Compreende-se.
E até mesmo que já ninguém se lembre que houve três impérios no Egipto
(o Alto Império, o Médio Império e o Baixo Império)
com muitos faraós, todos a caminharem de lado e a fazerem tudo de perfil,
e o Estrabão, o Artaxerpes, e o Xenofonte, e o Heraclito,
e o desfiladeiro das Termópilas, e a mulher do Péricles, e a retirada dos dez mil,
e os reis de barbas encaracoladas que eram senhores de muitas terras,
que conquistavam o Lácio e perdiam o Épiro, e conquistavam o Épiro e perdiam o Lácio,
e passavam a vida inteira a fazer guerras,
e quando batiam com o pé no chão faziam tremer todo o palácio,
e o resto tudo por aí fora,
e a Guerra dos Cem Anos,
e a Invencível Armada,
e as campanhas de Napoleão,
e a bomba de hidrogénio,
e os poemas de António Gedeão.
Compreende-se.
Mais império menos império,
mais faraó menos faraó,
será tudo um vastíssimo cemitério,
cacos, cinzas e pó.
Compreende-se.
Lá para o ano três mil e tal.
E o nosso sofrimento para que serviu afinal?
António Gedeão
(fonte: As Tormentas)
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18:13:00
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Caixa de música Pequeno instrumento de pequenas barras de ferro, feitas soar por um cilindro com puas, movido por uma corda semelhante à do relógio. Também as há com fole e flautas em vez de puas. Deriva da caixa de rapé musical tão difundida no séc. XVIII. As barras de aço, colocadas como dentes de pente, são afinadas de acordo com as notas da escala musical. Um só cilindro pode produzir até 36 melodias diferentes apenas por mudar a sua posição, pois deste modo o ar entra em acção num diferente jogo de puas. (cf. Grande Enciclopédia Universal, d.l. B-11581-2004) | |
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17:49:00
----- Original Message -----From: João Tilly
To: dodo2004@iol.ptSent: Thursday, April 14, 2005 7:36 AM«a simpatia e a hospitalidade que dantes se associavam» não está mal, ó chefe.São elas os 2 sujeitos (sintagmas nominais, como agora se diz?) da frase.Certo?Um abraçoJ Tilly
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16:04:00
| Your Inner European is Irish! |
![]() Sprited and boisterous! You drink everyone under the table. |
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13:49:00
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13:55:00

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17:25:00
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22:47:00
----- Original Message -----From: Marco AlmeidaTo: dodo2004@iol.pt
Sent: Monday, April 11, 2005 9:12 AMSubject: blog.com.ptCaro amigo,
Vi o post que escreveu sobre o blog.com.pt no seu blog, e passo a informar que o erro que detectou nas categorias foi corrigido.
Por outro lado, relativamente ao nº de blogs existentes no site, este é efectivamente baixo já que o site foi lançado ontem por volta das 19h, e não é intenção nossa registar blogs sem o consentimento dos seus autores. A filosofia desta comunidade é que os bloggers registem os seus blogs por vontade própria, e se quiserem estar presentes na comunidade.
Passo desde já a convidá-lo a registar o seu blog.
Atentamente, e obrigado
pelo "aviso" sobre o erro gramatical,
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22:06:00
| You Will Die at Age 61 |
61 You're pretty average when it comes to how you live... And how you'll die as well. |
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16:08:00
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20:17:00
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15:42:00



My blog is worth $22,581.60.
How much is your blog worth?